COPASA ATÉ HOJE NÃO APRESENTOU LAUDO DE EFICIÊNCIA DE TRATAMENTO DE ESGOTO

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Prefeito cobrou o laudo pessoalmente com a direção da empresa em Belo Horizonte e ainda através de dois ofícios. Próximo passo agora é exigir fiscalização da agência reguladora ARSAE, da Fundação Estadual de Meio Ambiente, FEAM e do Instituto Mineiro de Gestão das Águas, IMA. Eventuais irregularidades serão ajuizadas no Ministério Público para apuração de crime de responsabilidade e devolução do dinheiro cobrado dos consumidores arceburguenses.

Mesmo depois de estar cobrando 95% de taxa de esgoto dos arceburguenses desde março, a Copasa até hoje não apresentou a Prefeitura o laudo de eficiência do seu tratamento.

A empresa apenas possui a licença de operação ambiental que é o primeiro passo para o tratamento de esgoto.                                                                                                   A apresentação do laudo de eficiência atesta os serviços de tratamento de esgoto no município aferindo os efluentes despejados no rio ribeirão da onça se estão todos de acordo com as normas ambientais e químicas estabelecidas.                                                    “Se cobram uma taxa de 95% de taxa de esgoto (pelo tratamento), o usuário deve receber serviços em condições adequadas e aprovadas. Daí a importância do laudo de eficiência”, esclarece o prefeito Gilson Mello.                                                                                   A prefeitura está elaborando um relatório para esta semana para exigir da Arsae e da Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Supram) uma fiscalização direta e indireta, compreendendo análise documental e inspeção de campo na Estação de Tratamento de Esgoto.                                                                          Esse laudo de eficiência, tecnicamente apresenta valores da Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), Demanda Química de Oxigênio (DQO), remoção dos Sólidos em Suspensão, toxicidade, Variáveis físico-químicas pH, condutividade, oxigênio dissolvido, turbidez, temperatura, fósforo total, salinidade e coliformes fecais atestando a capacidade depuradora da estação.

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